Pereira convidou Cirino a ficar em sua casa e lhe arranjou
alguns pacientes. Outro hóspede chega trazendo consigo um servo engraçado, Dr.
Meyer, e uma carta do irmão de Pereira e permanece em sua casa.
O Dr. Meyer é
um naturalista alemão que embarcou no Brasil com o objetivo de encontrar novas
espécies de insetos e caçar borboletas. Embora Pereira tenha o recebido
normalmente, não compreendeu os elogios dados a sua filha e começou a
desconfiar dele.
Trecho do livro em que Pereira desconfia de Meyer:
Cap. 13: p.58: "- Passarinho verde? perguntou Meyer. Que é isso? Não vi passsarinho verde nenhum... Vi uma moça muito bonita...
- Olé... melhor ainda... Conte-me isso... e quem é ela. \[pergunta Juque]
- É a filha cá do Sr. Pereira."
p. 60: "Pereira, ofendido com aqueles cuidados de prevenção meramente científica, que lá no seu bestunto qualificava de faceirice feminil:
- Veja só, disse ele para Cirino, como este maricas gosta de se enfeitar!... Você não me engana, não, Sr. alamão das dúzias...
(...) - Ah! exclamou, e o vinho! Não me ia esquecendo?... O vinho para sua filha, Sr. Pereira, sua linda filha.
Encolheu o mineiro com furor os ombros e disse em parte a Cirino:
- Fez-se de esquecido só para falar na menina... Veja bem. Este calunga não me bota areia nos olhos."
p. 61: "Cirino abanou a cabeça, tomando ar misterioso.
- Eu por mim estarei de olho vivo no bichão... Parece-me suçuarana à espreita de veadinhas campeiras... Não terá este vinho algum feitiço? (...) Eu sei lá, insistiu Pereira. Estes namoradores são capazes de muito coisa...
- Sossegue, Sr. Pereira, acudiu Cirino, hei de examinar o líquido... tenho certeza de que não haverá novidade."
Trecho do livro em que Pereira desconfia de Meyer:
Cap. 13: p.58: "- Passarinho verde? perguntou Meyer. Que é isso? Não vi passsarinho verde nenhum... Vi uma moça muito bonita...
- Olé... melhor ainda... Conte-me isso... e quem é ela. \[pergunta Juque]
- É a filha cá do Sr. Pereira."
p. 60: "Pereira, ofendido com aqueles cuidados de prevenção meramente científica, que lá no seu bestunto qualificava de faceirice feminil:
- Veja só, disse ele para Cirino, como este maricas gosta de se enfeitar!... Você não me engana, não, Sr. alamão das dúzias...
(...) - Ah! exclamou, e o vinho! Não me ia esquecendo?... O vinho para sua filha, Sr. Pereira, sua linda filha.
Encolheu o mineiro com furor os ombros e disse em parte a Cirino:
- Fez-se de esquecido só para falar na menina... Veja bem. Este calunga não me bota areia nos olhos."
p. 61: "Cirino abanou a cabeça, tomando ar misterioso.
- Eu por mim estarei de olho vivo no bichão... Parece-me suçuarana à espreita de veadinhas campeiras... Não terá este vinho algum feitiço? (...) Eu sei lá, insistiu Pereira. Estes namoradores são capazes de muito coisa...
- Sossegue, Sr. Pereira, acudiu Cirino, hei de examinar o líquido... tenho certeza de que não haverá novidade."
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